PF diz ter identificado no Ceará um esquema de venda de emendas, com cobrança de propina de 10% a 15% chamada de “imposto”, e aponta o deputado federal Junior Mano (PSB-CE) como líder.
Relatório ao STF afirma que o grupo movimentou quase R$ 800 milhões (2022-2025) e estima caixa dois de R$ 54,6 milhões; Junior Mano e Bebeto do Choró foram indiciados por 4 crimes.
PF cita denúncia da ex-prefeita Maria do Rozário e interceptações; esquema usaria emendas RP9 e Pix, pressionaria a Caixa e influenciaria prefeituras via licitações a empresas do grupo.