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Defesa de Deolane se manifesta após prisão: 'Absoluta inocência'…
Por CIDADE FM 91,1 Mhz - GRAJAÚ MA
Publicado em 22/05/2026 08:19 • Atualizado 22/05/2026 08:24
NOTÍCIA

Os advogados da influenciadora Deolane Bezerra, presa ontem por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC, se pronunciaram na noite de ontem sobre a detenção dela.

 que aconteceu

Equipe afirmou que ressalta a "absoluta inocência" da advogada. "Fatos serão devidamente esclarecidos em momento oportuno", afirmou a nota.

 

Segundo os advogados, as medidas tomadas contra Deolane ontem foram "desproporcionais". Ontem, durante a audiência de custódia da influenciadora, os advogados pediram a libertação dela alegando que ela tem uma filha menor de 12 anos. Há entendimento no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que mães de filhos menores que 12 anos podem ir para prisão domiciliar pela "presunção legal de cuidado materno".

 

A defesa não deixou claro se protocolaria um pedido de habeas corpus para a influenciadora. O UOL entrou em contato com os escritórios que a representam e aguarda retorno sobre o assunto. O espaço será atualizado se houver posicionamento.

 

A nota é assinada por Daniele Bezerra, advogada e irmã de Deolane, e por outros cinco advogados. Dois escritórios de São Paulo representam a influenciadora.

 

Deolane teve a prisão validada em audiência de custódia ontem e está na Penitenciária Feminina de Santana, na zona norte de São Paulo. A expectativa é de que ela seja transferida hoje para o Presídio Feminino de Tupi Paulista, a mais de 600 km de São Paulo.

 

Relembre o caso

Deolane foi presa ontem por suspeita de operar um esquema milionário de lavagem de dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital). Denominada de Vérnix, a operação que prendeu a influenciadora foi deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo com o Ministério Público. Além dela, familiares de Marcos Herbas Camacho, o Marcola, e o próprio foram alvos de mandados de prisão preventiva.

 

 

Investigação teve origem na troca de bilhetes e manuscritos ligados ao PCC. Material foi apreendido há sete anos em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo.

 
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