"Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil", diz ele no início do documento.
"Antes de mais nada, queria agradecer ao presidente Milei, pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher. Essa é uma terra de liberdades e irmãos que comungam dos mesmos valores das boas pessoas do meu país. O presidente Trump é um grande defensor da liberdade de expressão", segue.
Na sequência, ele afirma que as eleições em que foi derrotado foram fraudadas.
"Quero dizer, não só para os meus 60 milhões de eleitores, mas para o povo brasileiro, que eu sou o presidente eleito e os criminosos que roubaram a eleição do Brasil são parte de uma organização criminosa que implementou uma tirania", afirma.
Também faz apelos às instituições brasileiras dizendo que "essa sandice precisa acabar" e à comunidade internacional para não normalizarem "o que está acontecendo no país".
Anuncia ainda que liderará a oposição do exterior e dirige uma mensagem a senadores, deputados e governadores que afirma ter ajudado a eleger, com menção a Rogério Marinho como seu candidato à presidência do Senado.
"Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr. E a você, que votou em mim e sonha com a mudança: não estamos derrotados e não estamos sozinhos."
Por fim, afirma que nos próximos dias vai apresentar uma "estratégia para mobilizar a oposição e o imenso apoio popular que temos, por todos os meios pacíficos e legítimos, para impedir que Lula consolide um regime ditatorial no Brasil".